Crítica: Starman (1984)

Starman é uma ficção científica que não tem medo de investir em uma história sensível, em que o tema mais importante é o amor, mas é um amor diferente, um amor que atravessa as fronteiras interplanetárias. O tal homem que vem das estrelas assume a forma de Scott, o marido de Jenny Hayden, falecido há pouco tempo. Ele entende um pouco das línguas humanas, mas desconhece inúmeros conceitos comuns a nós, algo que faz com que ele peça para Jenny definir certas palavras. Uma das cenas mais tocantes é quando o homem das estrelas pede para Jenny definir “amor” e ela diz que amor é se importar mais com o outro do que com você mesmo. Por aí dá para ver que o filme é bem intimista e sentimental, jamais sendo piegas. Não há pressa para a história ser contada, permitindo um bom desenvolvimento da relação dos dois personagens principais, além de algumas críticas aos habitantes do planeta terra e suas atitudes, como o ato imbecil de caçar animais indefesos e de receber a bala e com boa dose de ignorância um ser de outro mundo. Tudo isso é embalado com uma cativante trilha sonora bem anos  80 e por atuações inspiradas de Jeff Bridges e Karen Allen.
8/10 

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2 comentários sobre “Crítica: Starman (1984)

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