Crítica: Viagem ao Centro da Terra (1959)

Baseado no famoso livro de Julio Verne publicado em 1864, Viagem ao Centro da Terra nos faz embarcar na fantástica expedição rumo ao inóspito centro do nosso planeta. Além da companhia de um renomado cientista e seu aprendiz, temos a presença de uma simpática pata chamada Gertrude, que garante boas risadas ao longo da viagem. Apesar do clima descontraído dos personagens, existem algumas situações de certo suspense com a introdução de um vilão que não há no livro, mas o destaque acaba ficando mesmo para o mundo cheio de mistérios e criatividade concebido pelas linhas de Julio Verne. Assisti-lo no cinema na época em que foi lançado com certeza seria uma experiência bem mais interessante, mas pelo menos ele está protegido pelos benefícios da nostalgia e com isso os efeitos especiais datados não incomodam tanto. Pena que o diretor toma decisões um tanto infantis que revelam uma tremenda falta de habilidade de sua parte, como por exemplo nas cenas dos lagartos que teoricamente deveriam parecer dinossauros assassinos. São coisas desse tipo que fazem do filme no máximo uma boa sessão da tarde.
6/10 

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5 comentários sobre “Crítica: Viagem ao Centro da Terra (1959)

  1. Gostei tanto deste filme quando vi no início da década de 60 que nem ouso revê-lo. Provavelmente iria me decepcionar. Não sou tão complacente quanto você com os filmes antigos…

  2. O livro, todo mundo conhece, mas eu confesso que nunca assisti a nenhuma adaptação cinematográfica da obra. Pelo seu texto, acho que deve ser legal, mas o comentário da Stella me aconselha a não assistir a este filme com muitas expectativas. :)

  3. Vamos combinar! Em 1959, aos 10 anos, assistir esta obra prima de Julio Verne, em tela de cinema e colorido foi, digamos, quase asfixiante, sufocante, empolgante. Nunca mais esqueci. Estou fazendo a coleção em video das obras do Gênio, coletando o que existe de mais fiel aos originais Vi todas as versões modernas, não chegam nem perto. Não é saudosismo, é gosto pela arte.
    Acho que viva alma não se atreveria a lançar uma versão moderna de uma MADONA nem de um DAVI.
    Vamos combinar! arte é arte na sua essência e na sua pureza infantil.

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