Crítica: A Mulher Faz o Homem (1939)

Em mais uma parceria com o James Stewart, o diretor Frank Capra realiza neste Mr. Smith Goes to Washington (título original) um dos grandes filmes de sua carreira. Quando assistimos aos trabalhos de Capra podemos sempre esperar um personagem bom tendo que enfrentar grandes dificuldades e aqui não é diferente. James Stewart dá vida ao Mr. Smith do título, que foi escolhido para ser senador substituto do seu estado por políticos de má fé que acreditavam que ele seria facilmente manipulado. Ledo engano. Mr. Smith aparenta muita timidez e ingenuidade, parecendo deslocado no congresso americano, mas ele é uma pessoa extremamente íntegra, idealista, que admira de maneira tocante toda a História do seu país, fato demonstrado com uma dose de magia por Capra nas cenas em que o personagem visita lugares importantes como o Monumento a Washington e o Lincoln MemorialCapra mexe de maneira soberba com as nossas emoções e quando menos percebemos já fomos capturados pela beleza do filme, que no final das contas é um feel good movie, mas de uma qualidade maior, transmitindo mensagens sinceras e comoventes.
9/10 

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Um comentário sobre “Crítica: A Mulher Faz o Homem (1939)

  1. Eu amo Frank Capra! Assisti a dois filmes dele quando era criança, num desses programas tipo Sessão da tarde. (A felicidade não se compra e Adorável vagabundo). Maravilhosos! Inesquecíveis! Quero ver todos e,quando puder,vou tentar comprá-los para assistir sempre que der vontade.

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