Fringe


Outro seriado que demorei para começar a assistir, não sei porque.

Com poucos episódios assistidos já me tornei viciado em Fringe.

A maioria sabe do que se trata, então para os que ainda não conhecem basta dizer que Fringe é centrado nesses três personagens da foto acima: A agente do FBI Olivia Dunham, o Doutor Bishop e o filho dele, Peter.

Eles fazem parte da divisão Fringe, que tem como missão investigar casos nada normais, que vão desde imagens em um computador que fazem o cérebro das pessoas se liquefazerem, até ladrões de banco atravessando a porta de um cofre como se não fosse algo sólido, por exemplo.

Existe uma semelhança com Arquivo-X, afinal ambas são séries SCI-FI, com muito mistério e situações que mexem com a cabeça de qualquer um.

Em alguns episódios tive aquela sensação especial de estar vendo algo extremamente foda, alguma ideia de ficção cientificada bem trabalhada, algo que te dá um frio na espinha. Isso não ocorre muito frequentemente nos seriados que estão por aí.

Vale lembrar que J.J. Abrams é um dos criadores e não é a toa que pode-se ver algumas semelhanças com Lost, como no estilo da direção de algumas cenas e até em certos aspectos da trilha sonora.

O seriado não seria tão bom se os personagens não fossem interessantes. Claro que o Dr. Bishop e seu jeito excêntrico e cativante é o destaque, mas Olivia e Peter são personagens que ganham nosso respeito e admiração a cada episódio.

Enfim, não vejo a hora de iniciar a segunda temporada.

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15 comentários sobre “Fringe

  1. Que é ainda melhor qu a primeira, diga-se de passagem. Fringe tem mesmo um diferencial. Não é sci-fi por sci-fi. É algo realmente bom, um drama bom. Comparações com Arquivo X vão sempre existir mesmo, mas além do formato pouco há o que se comparar entre as duas séries.

    1. Verdade Alexsandro. A comparação fica mais pelo formato, mas é bem diferente.

      O drama que tem na série agrada por ser sutil e ao mesmo tempo com bastante impacto. Coisa difícil de se fazer.

  2. Fringe, é um excelente seriado, as tramas, os casos, roteiro e a direção dos episódios são todos demais, além dos ótimos efeitos visuais e um elenco que consegue dar conta do recado. J.J, né?

  3. Ainda não entendo como essa série é tão ignorada pelo público americano. Pela qualidade era mesmo para ter uma audiência bem melhor. A segunda temporada é ainda melhor!

  4. Me identifiquei mais com Fringe do que com Lost. Ainda considero o J. J. Abrams meio uma incógnita em Hollywood: às vezes ele surpreende, outras alucina. Mas é um dos grandes nomes da indústria hoje. Vide o que fez com Cloverfield e Star Trek.

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