Crítica: Seres Rastejantes (2006)




Seres Rastejantes
empresta elementos de vários filmes de horror e o resultado é razoável. Um meteorito trazendo uma forma de vida extraterrestre cai em uma cidade do interior dos EUA e na sequência, transforma-se em uma ameaça. Grant, um dos habitantes locais, tem um encontro bizarro com esse ser e acaba se tornando um mutante, uma mistura de lula, zumbi e qualquer coisa estranha que passe por nossa mente. Claro que o xerife, com o auxílio de outros moradores das redondezas, vai tentar impedir que Grant continue sendo uma temeridade para a cidade, já que ele resolveu matar cães e vacas para se alimentar, além de sequestrar uma mulher para servir de barriga de aluguel para os pequenos aliens rastejantes.

O filme oferece cenas inusitadas e até surreais, que podem causar aflição, por exemplo aquela em que um “ser rastejante” está numa banheira, pronto para atacar a garota que toma banho tranquilamente. Cenas com bastante sangue também estão presentes, mas nada que seja muito chocante. A coisa boa disso tudo é que o filme claramente não se leva a sério. Isso fica evidente pelas atuações um tanto exageradas e até mesmo caricaturais e também por alguns diálogos, como quando um velhinho olha para o Grant-mutante e diz: Parece algo que caiu do meu pinto durante a guerra. E por aí vai.

Com apenas 90 minutos de duração, não há tempo para que Seres Rastejantes fique cansativo, ajudando a fazer dele uma boa opção para quem gosta de um bom e velho trash.

Título original: Slither
Ano: 2006
País: USA / CANADÁ
Direção: James Gunn
Roteiro: James Gunn
Duração: 93 minutos
Elenco: Nathan Fillion, Gregg Henry, Elizabeth Banks, Michael Rooker

/ seres rastejantes (2006) –
bruno knott,
sempre.

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9 comentários sobre “Crítica: Seres Rastejantes (2006)

  1. É o tipo de filme que faz a minha cabeça em momentos de fadiga – curioso é que geralmente acabo rindo à beça, e não tendo medo. Porém, você apontou qualidades num filme, que à primeira vista, eu teria preconceito. Até me animou a ver. Abs!

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