Crítica: Independence Day (1996)

Chega a ser um ato ingênuo assistir a Independence Day e esperar uma obra-prima do cinema moderno, mas é notório que ele possui qualidades que não são facilmente alcançadas por alguns filmes que tem o único propósito de divertir. É verdade que algumas coisas incomodam, como atos heróicos em excesso, atitudes (muito) inverossímeis dos personagens e uma exaltação ferrenha da nação norte-americana, mas os acertos superam essas falhas na maioria das vezes.
O filme oferece cenas catastróficas com efeitos especiais ousados e bem produzidos e que continuam empolgando. Além disso, o humor se mostra presente em vários diálogos, fruto de uma apurada presença de espírito dos roteiristas, que apostaram em um tom não muito sério para contar essa história.
Ele tem um jeitão de filme B disfarçado de superprodução e por isso já merece elogios. Para deixar as coisas mais divertidas, são feitas várias referências a filmes de ficção científica, algumas óbvias e outras nem tanto. Continua sendo uma ótima opção para uma ociosa e fria tarde de Domingo.

NOTA: 7/10
IMDb 

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13 comentários sobre “Crítica: Independence Day (1996)

  1. É um filme que deve ser visto como diversão pura e nada mais.

    Se levarmos em conta o patriotismo americano exagerado, ficaria difícil gostar do filme.

    Abraço

  2. Concordo com esse ponto de vista. ID4 é pipoca pura e tentar enxergar algo mais pode ser um desperdício de tempo. Ainda acho melhor do que a maioria das drogas que Emmerich lançou nos anos 2000.

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