Crítica: Corrida da Morte – Ano 2000 (1975)

Para aproveitar as qualidades desse clássico cult é necessário deixar de lado o bom senso e também o politicamente correto. A corrida da morte do título nada mais é do que uma corrida de carros que atravessa os Estados Unidos de costa a costa. Dentre os pilotos temos o adorado Frankenstein (David Carradine) e o sempre furioso Machine Gun Joe Viterbo (Sylvester Stallone). O objetivo é ser o primeiro a cruzar os Estados Unidos, além de atropelar pedestres pelo caminho para somar pontos, lembrando que crianças e idosos valem mais. Os atropelamentos espetaculares não são poucos e mesmo com efeitos especiais um tanto precários eles são sadicamente empolgantes. É estranho ver toda a população se divertindo com a corrida, mas chega um momento que pegamos o espírito do filme e nos sentimos recompensados com um humor negro de qualidade e várias críticas sociais, principalmente contra o próprio Estados Unidos. É uma visão bizarra do futuro que funciona pelo fato de Corrida da Morte – Ano 2000 não se levar a sério. Trata-se de um autêntico b-movie dos anos 70.
7/10 

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