Crítica: Westworld (1973)

Westworld é o nome de uma das atrações de um tipo de parque de diversões realista. O hóspede pode escolher passar alguns dias em Westworld, que é uma representação do velho-oeste americano, Roman World e Medieval World. Você paga mil dólares por dia pelas melhores férias de sua vida, ou pelo menos é o que os responsáveis pelo parque prometem. Acompanhamos Peter e John no Westworld, que é basicamente uma pequena cidade representando fielmente o velho-oeste. Ali eles encontram saloons, whiskey, mulheres da vida, cavalos, duelos e tudo o que deixa a experiência mais autêntica possível, inclusive robôs com aspecto humano que interagem com os hóspedes, mas sem colocá-los em risco.
O que não estava nos planos é um defeito que acomete os robôs nas três mini-cidades, fazendo com que eles passem a sair matando todos os hóspedes que encontram pela frente. No Westworld, o robô conhecido como Pistoleiro persegue Peter e John de uma maneira implacável. O filme ganha ares de thriller de uma hora para outra, mas com bastante competência. Fica difícil imaginar Peter e John escapando do Pistoleiro, tamanha a sede assassina do robô, interpretado com maestria por Yul Brynner. Sentimos a aflição e o desespero dos personagens, principalmente de Peter.
Nunca pensei que SCI-FI e Western pudessem combinar tão bem. Sobra até espaço para um pouco de humor negro, principalmente no momento em que John entende que o que está acontecendo não é mais uma brincadeira.
8/10

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3 comentários sobre “Crítica: Westworld (1973)

  1. Conheço o “Westworld” do Kevin Costner e, pra ser bem sincera, não sei se tem algo a ver com esse filme que você acaba de resenhar.

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