Crítica: Eles Vivem (1988)


John Carpenter é um dos grandes nomes da ficção científica e Eles Vivem é um dos melhores trabalhos do diretor dentro do gênero. O roteiro, através de uma teoria da conspiração envolvendo seres de outro planeta, passa uma forte mensagem contra a alienação e o consumismo desenfreado da sociedade moderna. Os aliens vivem escondidos, mas com mensagens subliminares na televisão, revistas, livros e outdoors controlam os seres humanos, além de ocuparem as mais altas esferas do poder. Um grupo de revolucionários tenta abrir os olhos da população criando um óculos que permite que os aliens e suas mensagens possam ser vistos. George é o único que consegue se livrar da perseguição dos aliens policiais para usar os óculos e compreender o que está acontecendo. Como nos bons filmes de ação dos anos 80 ele vai tentar resolver as coisas sozinho ou no máximo com a ajuda de um parceiro.
São 90 minutos de teoria da conspiração, críticas sociais, ação e algumas reviravoltas, tudo isso embalado em uma trilha sonora repetitiva, mas bastante eficiente ao aumentar o clima de tensão nos momentos certos, algo que Carpenter sempre soube fazer.
8/10

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Um comentário em “Crítica: Eles Vivem (1988)

  1. Eis um Carpenter que até hoje me escapa. Sempre quis ver. Quando eu revisar a filmografia do cineasta certamente vou assistir. O engraçado é que este filme, com toda a sua história maluca de conspiração alienígena, parece muito mais válido atualmente do que na época em que foi lançado.

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