Crítica: Re-Animator (1985)

 

Herbert West é um estudante de medicina que está desenvolvendo uma substância capaz de dar vida aos mortos. West é o típico cientista louco, daqueles que tentam alcançar seus objetivos de maneira obsessiva. Neste caso, isso pode ser perigoso, afinal quando ele usa a substância e revive os mortos, estes voltam a vida com uma fúria praticamente incontrolável, atacando qualquer um ao seu redor. O diretor Stuart Gordon faz de Re-Animator um filme que mistura muito bem elementos de terror, suspense, trash e humor negro. Não faltam litros e mais litros de sangue, mas as cenas violentas não são muito incomodativas, pois são exageradas demais e quase sempre possuem alguma situação engraçada. Desenvolvimento de personagens é algo que praticamente não existe aqui, mas conseguimos nos importar com eles graças ao elenco de qualidade. O roteiro apesar de simples, é eficiente. São 90 minutos de bastante sangue e diversão, com um desfecho que deixa as pontas soltas para continuações.

7/10

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