Crítica: O Homem Invisível (1933)

Mesmo 80 anos depois de seu lançamento, O Homem Invisível é ainda um excelente exemplar de ficção científica e horror. Jack Griffin é um cientista que descobriu uma fórmula capaz de torná-lo invisível, o problema é que ela também o deixou violento e megalomaníaco. O homem invisível decide alugar um quarto em uma estalagem no interior e é ali que ele busca um antídoto para a droga, além é claro de botar em prática o seus planos ambiciosos. A presença de um homem invisível leva o terror para a população, que tranca as portas e dorme com medo, ao mesmo tempo em que cria estratégias para a difícil tarefa de capturar alguém que não pode ser visto.
Com efeitos especiais criativos, a parte técnica ainda hoje é eficiente, algo importante para tudo funcionar bem. A voz e as expressões corporais de Claude Rains também são destaques. Existe um pouco de humor, mas toda a situação tem um forte ar de tragédia. Clássico do gênero e também do cinema em geral.
8/10

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