Crítica: O Jovem Frankenstein (1974)

 

O Jovem Frankenstein é provavelmente o melhor trabalho do diretor Mel Brooks. Mesmo quase 40 anos depois do lançamento, o filme ainda é extremamente eficiente na difícil tarefa de fazer rir. E ele faz isso de uma maneira inteligente, com um vasto leque de personagens excêntricos e ótimas piadas, cheias de presença de espírito e alguns trocadilhos certeiros. Trata-se de uma paródia do Frankenstein original de 1931 dirigido por James Whale, mas que não desrespeita o material original, mesmo mudando o estilo de terror para comédia. Dessa vez o personagem principal é o neto do Dr. Frankenstein famoso, em uma caracterização inesquecível de Gene Wilder. Aliás, não faltam atores de qualidade interpretando personagens realmente engraçados, como o corcunda de olhos esbugalhados Igor (Marty Feldman), o inspetor da polícia com sua mão mecânica, o cego que oferece sua estranha hospitalidade e o próprio monstro (Peter Boyle). Muito do que vemos no filme original é visto aqui, mas quase sempre com um resultado diferente, como a famosa cena do encontro entre o Monstro e a garotinha. Isso sem falar em alguns cenários, que são exatamente os mesmos.  O Jovem Frankenstein simplesmente oferece tudo o que podemos esperar de uma comédia de qualidade. Clássico!
9/10

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4 comentários sobre “Crítica: O Jovem Frankenstein (1974)

    1. cara, a primeira vez que assisti eu não gostei muito tb… mas dei mais uma chance e não me arrependi nem um pouco… muito engraçado, o Gene Wilder está demais!

  1. Esse é o melhor e o mais conhecido trabalho de Mel Brooks como diretor. Apesar de todas essas qualidades, nunca conferi esse filme, acredita??

  2. Bruno, adorei o filme na época – não sei o que acharia agora. Meus personagens favoritos eram o Igor de olhos arregalados e as mulheres: Frau Blücher, interpretada pela Cloris Leachman, e Elizabeth, a noiva do dr. Frankenstein, vivida pela Madeline Khan. Madeline foi uma das mais fantásticas comediantes americanas e algumas de suas falas em outros filmes ecoam em meus ouvidos ainda hoje.

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