Crítica: Mad Max (1979)

Mad Max é um dos filmes mais lucrativos já feitos. Com um pequeno orçamento de 400 mil dólares, ele acabou rendendo mais de 100 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Outra curiosidade, o filme levou Mel Gibson ao estrelato praticamente da noite para o dia.
A história se passa em “um futuro não muito distante”. A polícia enfrenta diariamente bandidos pelas estradas desérticas. Trata-se de uma gangue de motoqueiros que espalha o caos e rouba combustível em qualquer oportunidade que encontre.
Max Rockatansky é o destemido policial que enfrenta as situações mais difíceis. O filme começa com uma perseguição de carros cheia de adrenalina e a tarefa de capturar o bandido Nightrider recai sobre Max. A maneira como o herói é apresentado é cheia de estilo, nos dando a certeza de que ele é o cara quando o assunto é acelerar até o limite. As coisas não acabam bem para o bandido, só que a gangue decide se vingar.
Mad Max se destaca pelas cenas de ação, particularmente as perseguições de carro. É um trabalho arrojado por parte dos dublês e cheio de criatividade e precisão por conta do diretor George Miller. Poucas sequências de perseguição são tão bem realizadas como as que vemos aqui e olhe que o filme já tem mais de 30 anos. Pena que George Miller não investiu em sua melhor qualidade e acabou dirigindo filmes como Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade e Happy Feet.
Outro ponto forte é o próprio personagem interpretado por Mel Gibson. Ele passa pelas piores situações possíveis que um pai de família pode passar, algo que explica a personalidade vingativa que ele precisa assumir para seguir em frente. Quando pensamos em Mad Max o que sempre vem a cabeça são as cenas de ação, mas existem aqui ótimas momentos intimistas, que trabalham com o amor e a tragédia de uma maneira relativamente simples, mas inegavelmente tocante.
Pelo alto grau de ambição e pelas inúmeras cenas de ação de qualidade Mad Max 2: A Caçada Continua é o preferido de muitos fãs, mas eu ainda sou mais este.
9/10

Anúncios

5 comentários em “Crítica: Mad Max (1979)

  1. Assisti todos da série Mad Max e fico feliz que esse primeiro continue tão atraente. Se der conta da pilha que me espera, quem sabe arrisco uma revisão… (isso está cada vez mais difícil!)

  2. Opa! Um filme que eu assisti!!! 🙂

    Adoro “Mad Max”. Um clássico do Cinema em Casa, do SBT, com uma trilha sonora inesquecível cantada por Tina Turner. Além de ter um Mel Gibson em início de carreira e um George Miller na sua melhor forma como diretor.

    1. o problema do 3 é quando aparecem aquelas crianças pentelhas. até lá é ótimo!

      eu estou nesse processo, mas assisti primeiro o 3, dai o 1 e em breve vou rever o 2… não faz sentido, eu sei hehe

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s