Crítica: Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças (2004)

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A clínica comandada pelo Dr. Mierzwiak promete a cura definitiva para a dor de um coração partido: apagar toda e qualquer memória do relacionamento. É isso que Joel (Jim Carrey) vai procurar após descobrir que sua namorada Clementine (Kate Winslet) utilizou os serviços dessa clínica. A princípio temos uma certa dificuldade para compreender exatamente o que está acontecendo, mas logo tudo vai ficando cada vez mais claro e mais interessante. Enquanto acompanhamos o processo de remoção das lembranças de Joel, percebemos como o relacionamento dele e de Clementine foi ficando cada vez menos apaixonado, culminando nessa atitude enérgica que ambos tomaram. De qualquer forma, são vários os bons momentos que os dois passam juntos, momentos que prometiam um romance duradouro e feliz. O roteirista Charlie Kaufman, mesmo trabalhando com essa temática digna de sci-fi, injeta bastante sentimento aqui, algo essencial para o filme dar certo. Brilho Eterno é um daqueles filmes que nos apresentam a uma história original e que conseguem desenvolve-la da melhor maneira possível. Esse já nasceu clássico!
9/10

– B. Knott
– Facebook intratecal

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4 comentários sobre “Crítica: Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças (2004)

  1. Meu “romance” preferido sempre. Eu só me pergunto por que DIABOS?///?////??? o Carrey não continuou como ator de drama?

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