Crítica: As Neves do Kilimandjaro

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As Neves do Kilimandjaro é mais um ótimo exemplo de como o cinema francês está inspirado recentemente. Utilizando como contexto a crise econômica francesa, o filme transmite de maneira sincera uma mensagem de que ainda existe espaço para boas ações no mundo complicado em que vivemos.
A história começa quando Jean, um líder sindical, perde o emprego. Na sequência, o vemos receber uma festa pelos seus trinta anos de casamento e ganhando uma grana de seus conhecidos, além de passagens para uma viagem para a Tanzânia. Tudo parecia relativamente bem até ele ser roubado em sua própria casa.
Trata-se daquele tipo de filme em que podemos facilmente nos colocar no lugar dos personagens, o que sempre aumenta nossa conexão com o que vemos. Aos poucos as coisas vão tomando um rumo que inevitavelmente puxa para a emoção, mas sem ser forçado. Um feel good movie acima da média.
8/10 

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2 comentários sobre “Crítica: As Neves do Kilimandjaro

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