Crítica: Killer Joe – Matador de Aluguel (2011)

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Utilizando vários elementos do gênero exploitation, o mais recente filme de Willian Friedkin (O Exorcista, Operação França) fatalmente vai desagradar a muitos e agradar a poucos. Caso você se aventure a encará-lo, saiba que terá pela frente muita violência (geralmente gratuita), sangue, nudez, um momento bizarro envolvendo um alimento de fast-food, humor negro e um desfecho pouco convencional.
A trama mostra o jovem Chris Smith (Emile Hirsch) contratando o matador de aluguel Killer Joe (Matthew McConaughey) para eliminar a própria mãe e com isso receber um seguro de 50 mil dólares. É claro que ele não tem a grana para contratar Killer Joe, mas este informa que faz o trabalho caso receba de garantia a garota Dottie (Juno Temple), irmã de Chris. Ah, sim. Esqueci de mencionar que Ansel (Thomas Haden Church), pai de Chris, está junto com ele nessa bizarra empreitada.
Não nego que inicialmente o humor peculiar do filme me agradou, mas aos poucos as coisas vão ficando tão absurdas que perdem a graça. O que é digno de nota é atuação de McConaughey, que cria um personagem cuja a essência maligna é revelada aos poucos, até chegar ao auge em um momento particularmente perturbador.
Para alguns trata-se de uma retomada da carreira de Friedkin, para mim é mais uma prova de que ele continua devendo.
6/10 

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