Crítica: Hitchcock (2012)

hitchcock-2012
Hitchcock não é uma biografia tradicional sobre o mestre do suspense. Ao invés de abordar vários momentos da vida do cineasta o filme mostra um único período de sua carreira: o lançamento de Psicose. Tal opção oferece uma imersão em quase tudo relacionado a Psicose, como o relacionamento com os atores, a escolha do roteirista, as importantes colaborações da esposa Alma Reville, além das dificuldades com o estúdio Paramount (que esperava um novo Intriga Internacional) e a censura americana.
Para dar uma esticada na duração, o diretor estreante Sacha Gervasi insere cenas fantasiosas e descartáveis em que Alfred Hitchcock tem visões com Ed Gein, o homem que inspirou a história de Psicose. Muito tempo também é gasto entre a dinâmica do casal Hitchcock e Alma Reville, principalmente focando nos ciúmes que ambos demonstram.
O que poderia ser um grande filme transformou-se em um misto de drama, comédia e romance que não disse a que veio. O terceiro ato desperta um certo interesse quando vemos as ideias de marketing de Alfred Hitchcock, mas é pouco para salvar esta insossa experiência.
6/10

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6 comentários sobre “Crítica: Hitchcock (2012)

  1. Muita gente apostava nesse filme, mas ele parece ter ficado totalmente fora do radar. Acho que, no final, ele não correspondeu às expectativas.

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