Crítica: Amores Brutos (2000)

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Amores Brutos
é a manifestação de todo o talento do diretor Alejandro González Iñarritu logo em sua estreia. Fugindo do estilo convencional de se contar uma história, Iñarritu nos apresenta a três personagens cujas tramas se conectam devido a um acidente automobilístico. Roteiros não lineares não são novidade, mas são poucos os diretores que conseguem trabalhá-los de uma maneira tão eficiente. Octavio, Chivo e Valera possuem cachorros importantes em suas vidas, com direito a um campeão de rinhas e também a um típico lhasa apso de “madame”. Mesmo que a segunda história não seja do mesmo nível das outras duas, é inegável que os personagens principais ganham a nossa cumplicidade devido as complicadas situações em que se encontram e por soarem como gente de verdade. Amores Brutos é um filme forte, intenso e profundo em sua temática. Trata-se de uma visão de mundo bem pessimista e, convenhamos, realista. É daquelas experiências que não terminam logo que o filme acaba. É algo que permanece em nossas reflexões por um tempo, para o bem ou para o mal.
9/10

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