Crítica: O Mais Longo dos Dias (1962)

the-longest-day-1962O Mais Longo dos Dias, épico de guerra de 3 horas de duração, é claramente divido em duas partes: as expectativas, medos e estratégias dos soldados e oficiais em relação a invasão que se aproxima e as batalhas do Dia-D propriamente ditas.

Com um elenco estelar contando com John Wayne, Henry Fonda e Robert Mitchum, o filme acerta ao nos mostrar o lado dos aliados e dos alemães. Não sei até que ponto o roteiro é fiel aos livros de História, mas fica evidente que boa parte do exército alemão acreditava que a invasão da Normandia serviria como um mero desvio de foco para um ataque em outro lugar. Deu no que deu.

O excesso de personagens impede uma conexão maior com a maioria deles. Uma exceção é John Wayne, que se destaca bastante e é responsável por um dos momentos mais emocionantes de todo o filme quando ordena que um capitão tire os paraquedistas sem vida que ficaram presos durante a aterrissagem. As sequência de batalha são dirigidas com intensidade e ousadia. Podemos ver aqui longos takes sem cortes que mostram a movimentação do exército em belas visões aéreas. Infelizmente, a experiência fica um tanto arrastada aqui e ali, atrapalhando um pouco o resultado final.
7/10

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4 comentários sobre “Crítica: O Mais Longo dos Dias (1962)

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