Crítica: Gravidade (2013)

gravity-2013Em Gravidade, o diretor Alfonso Cuarón nos entrega uma experiência visual diferenciada. O forte do filme não é o enredo, mas sim a maneira como somos transportados para a imensidão opressiva do espaço. Após um acidente, os astronautas Ryan Stone e Kowalski se encontram sozinhos e em condições cada vez mais difíceis de sobrevivência. Graças a genialidade do diretor e a entrega dos atores, por 90 minutos fazemos parte daquela situação extrema. Cada avanço parece durar uma eternidade e temos a impressão de que a cada instante alguma ameaça se fará presente. Trata-se de um trabalho brilhante em termos de direção, fotografia e efeitos especiais. Daqueles raros casos que o 3D realmente potencializa as qualidades do filme. O lugar certo de assistir a Gravidade é mesmo na telona.
8/10 

5 comentários sobre “Crítica: Gravidade (2013)

  1. Cara, achei o filme ESPETACULAR, uma experiência cinematográfica que não acompanhava há muito tempo nos cinemas.

    Claustrofobia no espaço, um lugar tão aberto, louco isso. Eu fiquei sem ar do início ao fim do filme, só respirei quando ele terminou. Achei foda.

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