Crítica: Meu Nome é Radio (2003)

radio-2003Em meio a um roteiro formulaico e a um excesso de melodrama, existe aqui um filme contado de maneira direta que nos mostra admiráveis atos de humanidade. O futebol americano é o meio que serve para a aproximação do técnico Jones com Radio, um rapaz que sofre de uma séria doença neurológica. Aos poucos Radio vai fazendo parte da rotina de treinos e jogos, até se tornar um símbolo do time. É um feel good movie que funciona em certos momentos, mas que perde por força por não fugir do lugar comum e por achar que é necessário nos entregar um vilão. O ator Cuba Gooding Jr. realizou um trabalho eficiente, ainda que levemente exagerado. Ed Harris garante nossa conexão com a história com sua autoridade carismática.
6/10

2 comentários sobre “Crítica: Meu Nome é Radio (2003)

  1. Ai, Bruno, esse não tenho coragem de chegar perto nem com uma luva. Lembro-me de ver o trailer repetidas vezes na época do lançamento e quase tive um ataque de diabetes, tamanha a dose de glicose que tinha naquelas imagens…

    BTW, o visual do blog ficou maneiro.

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