Crítica: Somos o Que Somos (2013)

somos-o-que-somos-filmeSomos o Que Somos é um dos filmes mais estranhos do ano. Ele vem dividindo a opinião do público e da crítica e não poderia ser de outra forma. Este é basicamente um caso de ame ou odeie.

Conhecemos aqui uma família que passa por um momento difícil após a morte da mãe. Rapidamente percebemos que não se trata de uma família comum, mas leva um tempo até descobrimos o que há de errado com eles. Uma tempestade que está prestes a cair sobre a região vai ajudar nesse sentido.

A atmosfera do filme é de uma melancolia opressiva, com momentos de silêncio, diálogos econômicos e um ar fatalista. As pistas que indicam a essência dos Paker ficam cada vez mais reveladoras. A tarefa de ligar os pontos sobra para um médico da cidade cuja filha despareceu há anos. Há uma certa economia na quantidade de violência, mas quando ela aparece é algo brutal.

Graças a um elenco comprometido e a um diretor que sabe o que fazer com a câmera, Somos o Que Somos torna-se uma interessante e corajosa obra do gênero horror.
8/10

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Um comentário sobre “Crítica: Somos o Que Somos (2013)

  1. Gosto de filmes estranhos. Tinha até posto esse na watchlist, mas retirei por saber pouco a respeito dele. Lendo sua descrição, o interesse despertou novamente.

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