Crítica: O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013)

hobbitO Hobbit: A Desolação de Smaug sofre por ser o capítulo do meio de uma trilogia. O filme é um tanto longo e fica cansativo em alguns momentos. Peter Jackson erra ao alternar em demasia as tensas sequências envolvendo o dragão com as cenas não tão interessantes que se passam na cidade de Esgaroth. O dragão Smaug é um dos pontos altos, apesar do seu excesso de blá blá blá. Ressalto também a empolgante cena dos barris descendo o rio, que fica ainda mais bacana com a participação dos elfos Legolas e Tauriel. Interpretada por Evangeline Lilly, a personagem Tauriel garante uma ótima presença feminina, algo ausente no livro. Infelizmente, quando alcançamos o clímax o filme termina. Trata-se de um cliffhanger digno de seriados, mas que não funciona para o cinema, afinal teremos que esperar um ano para conferir o desenrolar da história. Agora é torcer para que os erros sejam corrigidos e o terceiro filme encerre a saga de uma maneira digna.
7/10

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