Crítica: Alma no Lodo (Little Caesar, 1931)

alma-no-lodo-1931Juntamente com Scarface (1932) e Inimigo Público (1931), Alma no Lodo forma a trinca que definiu e impulsionou o gênero gângster no cinema. Aqui somos apresentados ao invocado e ambicioso Rico, um criminoso comum que se inspira em mafiosos famosos e planeja crescer rapidamente nesse mundo. Ele vai para a cidade grande e pede para se tornar membro da máfia local. Com seu jeito esquentado, confiante e ameaçador, Rico logo começa a se impor perante o grupo.
Alma no Lodo nos mostra o sucesso e o declínio de um fora da lei. A sede de poder e riqueza do vaidoso Rico vai ter seu preço. Desde a primeira cena, na qual vemos no letreiro a passagem bíblica “Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão”, sabemos que as coisas não acabarão muito bem para ele.
Com um ritmo ágil, uma ótima atuação de Edward G. Robinson e doses certas de violência, Alma no Lodo possui vários elementos do mundo da máfia, com direito a cenas com a famosa metralhadora thompson e até a uma mistura um tanto bizarra e indigesta de café e spaghetti.
8/10

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3 comentários sobre “Crítica: Alma no Lodo (Little Caesar, 1931)

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