Crítica: Grande Hotel (1932)

grande-hotel-1932A ideia da MGM era reunir um elenco de estrelas da época e criar uma trama em que todos pudessem se destacar. Deu certo. Foram escalados para o filme Greta Garbo, John Barrymore, Joan Crawford, Wallace Beery, Lionel Barrymore e Lewis Stone. Grande Hotel foi um sucesso de público e também de crítica. Curiosamente, levou o Oscar de Melhor Filme  sem ter sido indicado a nenhum outro prêmio. Fato único na História do cinema.

Todos os personagens são hóspedes do Grande Hotel de Berlim. Cada um possui algum tipo de conflito e eventualmente acabam interagindo de alguma maneira. No meio de tantas estrelas, quem roubou a cena foi Joan Crawford, que conseguiu empalidecer a inesquecível Greta Garbo. Em 1946, Crawford levou o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em Alma em Suplício, além de ter sido indicada mais duas vezes ao longo da carreira.

O filme flui muito bem, algo que se deve a qualidade do elenco e a direção segura de Edmund Goulding. No mais, Grande Hotel é um interessante retrato de uma era particularmente difícil para os americanos, que ainda sentiam os efeitos da Grande Depressão.
7/10

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2 comentários em “Crítica: Grande Hotel (1932)

  1. Gostei bastante desse filme, ficou parecendo algo que Altman faria caso estivesse na ativa nos anos 30.

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