Crítica: Levada da Breca (1938)

levada-da-breca-1938Levada da Breca tornou-se um dos exemplares mais conhecidos da screwball comedy, um gênero que fez muito sucesso em Hollywood no final da década de 1930. Dirigido por Howard Hawks, o filme possui vários elementos da “comédia amalucada”, como um ritmo ágil, diálogos acelerados, situações farsescas, gags visuais e romance. Katharine Hepburn e Cary Grant deixam as coisas ainda melhores graças a boa química que possuíam. O roteiro faz os personagens passarem por momentos um tanto absurdos, como o encontro com um leopardo brasileiro, a presença de um cachorrinho que adora enterrar sapatos e a busca por uma clavícula de dinossauro, garantindo sequências realmente engraçadas. A personagem de Hepburn pode soar irritante às vezes, mas aos poucos nos acostumamos com a personalidade dela e nos divertimos com suas atitudes. Apesar de não ter feito sucesso na época do lançamento, Levada da Breca envelheceu muito bem, sendo admirado pela maioria dos críticos e do público nos dias de hoje.
7.5/10

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