Crítica: Godzilla (2014)

Godzilla-2O ícone do cinema Godzilla merecia um filme que não fosse um insulto ao original de 1954 e é exatamente isso que o diretor Gareth Edwards consegue nos entregar aqui. Já podemos esquecer aquela versão problemática de Roland Emmerich de 1998.

O filme possui mais acertos do que erros e no final das contas temos um blockbuster que cumpre bem o papel de nos entreter.

Talvez o grande acerto desta nova versão de Godzilla tenha sido a opção do diretor de não revelar o personagem-título logo de cara, aumentando bastante nossas expectativas e o impacto de finalmente vê-lo na tela. Infelizmente, fica a sensação de que ele poderia ter aparecido um pouco mais. De qualquer forma, o roteiro merece aplausos por investir um bom tempo no desenvolvimento dos personagens humanos. Bryan Cranston e Aaron Taylor-Johnson tem atuações sólidas, colaborando para nossa imersão na história.

As cenas de destruição e dos combates entre o Godzilla e os outros dois monstros são dirigidas de maneira empolgante e elegante ao mesmo tempo. Não temos aqui aquela câmera tremida e planos fechados que vimos em Círculo de Fogo, o que já é um ganho imenso. Algumas sequências são de uma notória beleza, como quando vemos os paraquedistas se aproximando da cidade caótica.

Ainda tenho minhas dúvidas se havia necessidade de um remake, mas não vou negar que me diverti mais do que esperava.
7.5/10

2 comentários sobre “Crítica: Godzilla (2014)

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