Crítica: As Oito Vítimas (1949)

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As Oito Vítimas tem início com o personagem Louis escrevendo suas memórias na véspera do próprio enforcamento. Acompanhamos através de um flashback e com a narração em off o desenrolar dos fatos que o levaram a tal situação.

Parente distante do Duke de D’Ascoyne, Louis considera que sua mãe e ele mesmo foram desrespeitados pela família. Como vingança, decide assassinar os 8 herdeiros que estão na sua frente na linha de sucessão.

Dirigido por Robert Hamer, o filme é um exemplar inesquecível da comédia do final da década de 1940. Apostando em um humor negro e inteligente, o sofisticado roteiro consegue deixar as coisas intrigantes e imprevisíveis. Espere por reviravoltas, por assassinatos peculiares com comentários sarcásticos de Louis sobre as vítimas e por algumas reviravoltas.

Curiosidade: Alec Guinness interpretou nada menos do que 8 papéis diferentes, cada um com um detalhe diferente e especial. Destaco o capitão do navio e o padre. Está aí um filme pouco visto que merece muito mais atenção do que recebe.
9/10 

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