Crítica: Mar Negro (2013)

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Mar Negro é um filme brasileiro independente de zumbis. Isso mesmo. Dirigido com raça, criatividade e talento por Rodrigo Aragão, temos aqui uma experiência que inevitavelmente vai agradar aos que gostam de uma cinema trash, repleto de gore e situações absurdas e que não se incomodam quando o roteiro não faz muito sentido. Basicamente a história se resume a uma vila de pescadores que enfrenta uma epidemia zumbi, algo que proporciona sequências que são verdadeiros banhos de sangue, com direito a membros decepados, mordidas em lugares estratégicos e algumas outras coisas nojentas. Há espaço para um humor eficiente, mas não esperem muito suspense ou uma carga dramática relevante. Recomendado para quem tem estômago forte e gosta desse cinema mais descompromissado, porém cheio de energia e feito por pessoas que amam o que fazem.
[7.0]

Data de estreia: 10/01/2014
País: Brasil
Duração: 105 minutos
Direção: Rodrigo Aragão
Roteiro: Rodrigo Aragão
Elenco: Mayra Alarcón, Kika de Oliveira, Walderrama dos Santos, Markus Konká, Christian Verardi
Nota IMDb: 5.9
Aprovação RT: sem avaliação
[info]

2 comentários sobre “Crítica: Mar Negro (2013)

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