Crítica: O Médico Alemão (2013)

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O médico alemão do título não é ninguém mais, ninguém menos do que Josef Mengele, o médico nazista que conduziu experimentos atrozes com os judeus em Auschwitz durante a Segunda Guerra. O filme mostra o médico escondido na Patagonia nos idos de 1960. Ele conhece uma família e se encanta pelos atributos de uma garota de 12 anos, que, segundo ele, só não é perfeita pela baixa estatura. Mengele vai usá-la como cobaia para o uso do hormônio de crescimento e também pretende fazer das suas experiências com os gêmeos que estão para nascer. Temos aqui um material rico que foi subaproveitado. Poderíamos ter um filme com mais suspense, mais tensão e com um clímax memorável. Mas não é bem isso o que acontece. Apesar de detalhes interessantes como diálogos em que sutilmente Mengele revela sua ideologia nazista ou o fato de ele produzir bonecas da “raça superior”, O Médico Alemão é um tanto previsível e pouco envolvente. O cinema argentino pode ser bem melhor do que isso!
[6.5]

Data de estreia (br): 12/06/2014
País: Argentina
Duração: 93 minutos
Direção: Lucia Puenzo
Roteiro: Lucia Puenzo
Elenco: Àlex Brendemuhl, Diego Peretti, Guillermo Pfening
Nota IMDb: 6.9
Aprovação RT: 73%
[info]

2 comentários sobre “Crítica: O Médico Alemão (2013)

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