Crítica: A Pedra da Paciência (2012)

the-patience-stone-2012

A Pedra da Paciência tentou ser o representante do Afeganistão no Oscar 2013, porém acabou ficando de fora da lista dos cinco indicados a melhor estrangeiro, injustamente. Eis uma história corajosa e que conta com uma poderosa atuação de Golshifteh Farahani, a atriz principal.

Em um algum lugar do Oriente-Médio, uma mulher cuida do marido em coma e de duas filhas, ao mesmo tempo em que tenta sobreviver as explosões e as batalhas que acontecem literalmente no quintal de sua casa.

Próxima ao desespero, a mulher decide botar para fora tudo o que sente, fazendo do seu marido comatoso um fiel ouvinte. Ela revela vários acontecimentos passados, alguns até surpreendentes e mostra uma clara insatisfação em relação as tradições machistas e opressoras da sociedade em que vive.

Em alguns momentos o ritmo fica um pouco leito, mas Farahani consegue facilmente envolver o público com sua dedicada interpretação. O final é daqueles que conseguimos adivinhar bem antes, porém quando chegamos a ele não há como não sentir o seu impacto.
[8.0]

2 comentários sobre “Crítica: A Pedra da Paciência (2012)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s