Crítica: A Montanha Matterhorn (2013)

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Em cerca de 1 hora e 20 minutos o filme A Montanha de Matterhorn consegue abordar vários temas e provocar as mais diversas emoções, de maneira até surpreendente. Acompanhamos aqui a história de Fred, um homem de meia idade que vive em uma pequena cidade da Holanda. Ele mora sozinho e mantém hábitos extremamente rígidos, que incluem refeições em horas marcadas, idas à igreja e audições de Bach. A rotina dele começa a mudar quando oferece abrigo para um homem que sofre de algum tipo de retardo, afinal ele apenas consegue falar “Yeah” e adora imitar cabras. O fato é que surge aí uma amizade sincera e uma oportunidade para Fred sair da mesmice e consertar alguns erros do passado. O humor é daqueles mais secos, porém muito eficiente. Há uma pitada de crítica ao preconceito e doses certas de um sentimentalismo nada piegas. Este é um filme que passou despercebido nos cinemas do Brasil, mas que merece ser visto.
[8.5]

5 comentários sobre “Crítica: A Montanha Matterhorn (2013)

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