Crítica: Ben-Hur (1959)

Ben-hur

Quando penso em épicos do cinema, Ben-Hur é um dos primeiros nomes que me vem à cabeça. Tudo aqui é superlativo. São centenas de sets de filmagem, 8 mil figurantes, mais de 3 horas e meia de duração e 11 estatuetas no Oscar. Assistir a Ben-Hur é pura nostalgia, afinal filmes desse tipo não são mais feitos hoje em dia. É claro que ele tem seus problemas, como atuações teatrais demais e cenas que se alongam de maneira desnecessária. Nada que atrapalhe muito. A história se passa na época de Jesus. Acompanhamos o judeu Ben-Hur ser traído por um amigo romano. Ele se torna um escravo, vai para as galés e fará de tudo para ter sua vingança. A história é bem simples, mas consegue empolgar bastante. Particularmente, considero como destaque a corrida das bigas e as sequências em que Ben-Hur se encontra com Jesus. Este é um marco do cinema, inegavelmente.
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4 comentários sobre “Crítica: Ben-Hur (1959)

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