Crítica: Juventude Transviada (Rebel Without a Cause, 1955)

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A presença da lenda James Dean já faz de Juventude Transviada um filme que merece ser visto, mas devo dizer que a obra como um todo me desagradou bastante. O objetivo do filme é claro e interessante: mostrar jovens problemáticos com imensas dificuldades de conviver entre eles e com os pais. Temos aqui exemplos de bullying, de pais passivos e absurdas demonstrações de coragem para manter a honra intacta. Para analisar Juventude Transviada devemos levar em conta a época e o contexto em que foi produzido, mas mesmo assim a sensação é de que estamos diante de sequências exageradas, arrastadas e pouco realistas. Fiquei ainda mais decepcionado com o filme por se tratar do diretor Nicholas Ray, que produziu o excelente Johnny Guitar. Se não fosse por James Dean eu apostaria que Juventude Transviada cairia em total esquecimento.
[6.5]

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