Crítica: Anjo do Mal (1953)

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O Anjo do Mal é um thriller de muita qualidade dirigido por Samuel Fuller. A história se passa na Nova Iorque dos anos 1950 e reflete a paranoia da época em relação ao comunismo e aos ‘vermelhos’. A trama mostra um batedor de carteiras que, sem querer, rouba um importante código que seria levado para um comunista. Com um interessante jogo de luz e sombras, ritmo ágil, reviravoltas, perseguições, personagens marcantes e uma certa imprevisibilidade, trata-se de uma obra que merece ser vista. Não chega a ser um clássico, mas deve ser lembrado por ser um dos melhores filmes de um relevante diretor e pela impecável atuação de Thelma Ritter.
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Um comentário sobre “Crítica: Anjo do Mal (1953)

  1. Bruno, como sempre, desvendando esses clássicos maravilhosos! Mais um que não assisti e anotei a dica!

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