Crítica: O Predestinado (2014)

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Fazia um certo tempo que eu não assistia a uma ficção científica tão interessante. Este é um daqueles filmes que exigem um pouco mais de atenção do que o normal, algo que é devidamente recompensado. A medida que a história avança, achamos que estamos no caminho certo em busca de respostas e aí somos surpreendidos. Isso se repete algumas vezes, o que é ótimo. Não quero entregar nenhum ponto importante do enredo. Basta saber que a trama envolve viagem no tempo, um ‘agente temporal’ em busca de um criminoso e uma intrigante conversa de bar. Aliás, essa sequência no bar é algo brilhante. Uma narração em off extremamente eficiente e reveladora nos deixa cada vez mais intrigados e envolvidos com os personagens. Falar mais pode ser perigoso em termos de spoiler. Recomendo embarcar nessa viagem, prestar atenção nas pistas espalhadas por várias cenas e aproveitar. Caso você não entenda alguma coisa, basta fazer uma pesquisa no google. Vários sites discutem o filme e explicam o que acontece, enriquecendo ainda mais essa experiência bem original.
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2 comentários sobre “Crítica: O Predestinado (2014)

  1. Ficção científica não é meu gênero favorito, mas me parece que o Ethan Hawke teve um grande 2014 com “Boyhood” e esse “O Predestinado”. Vou tentar conferir!

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