Crítica: O Matador (1950)

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Jimmy Ringo é considerado o gatilho mais rápido do oeste. Ele já enfrentou e venceu mais de 10 oponentes e por onde passa é reconhecido. Muitos o temem, mas alguns desejam desafiá-lo e mostrar que podem ser tão rápidos como ele. Tudo o que Jimmy quer é voltar para sua cidade, para sua mulher e seu filho, mas o passado que construiu dificulta a realização de seu desejo. Após sair-se vencedor em um confronto em um saloon (que ele tentou evitar de todas as formas), Jimmy acaba sendo perseguido pelos irmãos de sua vítima. O suspense sempre está no ar em O Matador. A cada minuto o cerco está se fechando em volta de Jimmy, com as ameaças cada vez mais próximas. Será que haverá tempo para corrigir os erros do passado? Este é um western que não contém muitas cenas de ação, apenas o suficiente. O filme prefere investir nas angústias do personagem principal e acerta em cheio. Poucos exemplares do gênero conseguem estimular tantas reflexões.
[8.5]

2 comentários sobre “Crítica: O Matador (1950)

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