Crítica: A Feiticeira da Guerra (Rebelle, 2012)

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A Feiticeira da Guerra, filme que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2013 pelo Canadá, é uma experiência forte e perturbadora. Aqui acompanhamos a história de uma garota africana que aos 12 anos foi capturada por um exército rebelde. A primeira ‘missão’ dela é simplesmente matar os próprios pais. Ou ela faz isso, ou morrerá. A garota passará por vários momentos igualmente desesperadores e rapidamente ficamos do lado dela, experimentando um pouco do seu sofrimento. Por sorte, encontra um pouco de afeto na figura um rapaz albino. Este é um daqueles filmes difíceis e importantes de serem vistos. Trata-se de uma situação enfrentada por muitas crianças na africa subsariana. É inegável que, neste caso, o meio faz o ‘vilão’. Pelo menos, lá no fundo, existe um fiozinho de esperança.
[7.5]

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