Crítica: Tudo Começou Num Sábado (1960)

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Um dos exemplares mais importantes da New Wave britânica, Tudo Começou num Sábado é um mergulho autêntico no modo de vida de boa parte da classe trabalhadora daquele período. Arthur, o inconsequente e arrogante personagem principal, só quer saber de três coisas: trabalho, cerveja e mulheres. Para ele, isso é aproveitar a vida e “o resto é propaganda”. Ele acaba se envolvendo com uma mulher casada e ainda por cima a engravida, o que gera discussões um tanto ousadas sobre aborto. É um tanto difícil criar empatia por Arthur, mas não dá para negar que se trata de um personagem capaz de fascinar. Que o diga o público inglês da década de 1960, que lotou as salas de cinema para conferir de perto este autêntico anti-herói.

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Um comentário sobre “Crítica: Tudo Começou Num Sábado (1960)

  1. Nunca tinha ouvido falar nesse filme antes, mas, pelo que entendo do seu texto, parece ter sido bem representativo de uma época inglesa!

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