Crítica: Ex Machina (2015)

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Exemplares de ficção científica que trabalham de maneira instigante com ideias promissoras tem um lugar especial no meu coração. É o caso desta ótima surpresa Ex Machina. Dirigido pelo estreante Alex Garland (que assinou os roteiros de Extermínio e Dredd), o filme se passa em um futuro não muito distante. O enredo mostra Caleb, um programador de uma empresa, ganhando uma ‘loteria’ cujo prêmio é um tanto diferente. Ele recebe o direito de ir até a isolada propriedade de Nathan, o excêntrico dono da empresa, para participar de um teste do turing. Através de interações diárias com o robô criado por Nathan, Caleb deve julgar se a máquina que está a sua frente pode se passar por um humano. É certo que o tema da inteligência artificial já foi utilizado anteriormente, mas poucas vezes ele fascinou tanto como aqui. Será que essa máquina é capaz de sentir ou ela apenas foi programada para parecer ter sentimentos? Essa e outras reflexões sobre os avanços da tecnologia são impulsionadas pelo roteiro inteligente. Além disso, o clima de suspense, a imprevisibilidade e algumas reviravoltas agradam bastante. Com uma trilha sonora hipnotizante, o ato final é daquelas experiências inesquecíveis e impactantes. Grande filme!

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3 comentários sobre “Crítica: Ex Machina (2015)

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