Crítica: O Pranto de um Ídolo (1963)

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Um dos filmes mais famosos da new wave britânica, O Pranto de um Ídolo se utiliza de um longo flashback para contar a maior parte de sua história. Após tomar um soco no meio da cara e ter alguns dentes quebrados, o jogador de rúgbi Frank Machin faz uma consulta de emergência no dentista, onde é anestesiado com gás e começa a se lembrar de momentos importantes de sua vida. Apesar de não ter me envolvido tanto com o filme, não posso negar que ele possui algumas qualidades, como o fato de nos apresentar a um atormentado personagem principal e de temperar boa parte das cenas com grandes doses de intensidade. Não só as sequências de rúgbi são repletas de arrojo, mas também as interações de Frank com outros personagens, principalmente com Margaret, dona da casa onde ele vive de aluguel. O roteiro de O Pranto de um Ídolo também se mostra inteligente e corajoso ao trabalhar com alguns simbolismos. Há quem elogie e muito o desfecho, que considerei exagerado, assim como a duração de 2 horas e 15 minutos. Fica bem atrás de Tudo Começou num Sábado em termos de qualidade.

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