Crítica: Dr. Fantástico (1964)

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Dr. Strangelove é um dos filmes mais engraçados que já assisti. Os diálogos são cheios de ironia e presença de espírito e as atuações muito eficientes. George C. Scott, Sterling Hayden e, principalmente, Peter Selles (que interpreta três personagens diferentes) estão ótimos em cada cena em que aparecem. O tema é a guerra-fria. A loucura que atinge um oficial pode levar a um desastre nuclear de proporções mundiais. Ver o general Jack Ripper falando sobre como os russos estão estragando os preciosos fluidos corporais dos americanos com água fluoretada é hilário. É uma sátira política que sobreviveu ao tempo. Kubrick brincou com o medo da época de maneira ousada. Como esquecer a cena em que o piloto de avião monta uma bomba atômica lançada do avião ou as improvisações extremamente divertidas de Peter Selles? Uma obra-prima.

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4 comentários sobre “Crítica: Dr. Fantástico (1964)

    1. como foi assim, Gustavo. tinha uns 13 anos quando vi pela primeira e não achei nada engraçado! era um humor muito inteligente para um adolescente hehe… depois, tudo mudou!

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