Resenha de filme: Psicose (1960)

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Clássico absoluto. Hitchcock atinge o ápice do seu talento de maneira magistral. Uma mulher rouba 40 mil dólares do próprio chefe e foge. Ela dirige a esmo, até parar em um hotel de beira de estrada. Os 40 mil dólares não passam de uma desculpa para conduzir a moça até o hotel e perdem importância para a história. É o famoso MacGuffin, recurso narrativo muito explorado pelo diretor. A partir daí temos o melhor exemplo de como criar um filme de suspense. Tudo é construído para nos deixar com medo do hotel, do dono e de sua mãe. A cena do chuveiro é uma das mais famosas do cinema, não por acaso. Hitchcock investe em enquadramentos interessantes e perturbadores, dando vida a um filme dono de uma atmosfera muito intensa. Destaque também para a atuação de Norman Bates e o estudo psicológico que é feito sobre o seu personagem.

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3 comentários sobre “Resenha de filme: Psicose (1960)

  1. A primeira parte até a cena do chuveiro é fenomenal, o modo como ele vai construindo o suspense é bom demais. E o fato também do filme mudar completamente o enfoque de personagem bem no meio da trama é bacana também.

    Enfim, filme maravilhoso mesmo!

  2. Acredita que até o início deste ano tudo o que sabia sobre esse clássico era a tal cena do chuveiro?

    Pois bem, resolvi essa minha falha de caráter e mesmo sendo um filme de décadas atrás é um suspense digno de todos os prêmios e elogios que recebeu.

    Clássicos não são clássicos à toa afinal

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