Crítica | Fome de Poder (2016)

Quem diria que um filme sobre a História do McDonald’s poderia se revelar tão cativante? Em poucos minutos me vi totalmente investido na trama de Fome de Poder. Confesso que nunca havia me interessado em saber como surgiu esse verdadeiro império gastronômico e agora dificilmente verei a marca com os mesmos olhos de antes. Ray Kroc foi o cara que foi atrás de um pequeno restaurante de sucesso no oeste americano e o fez alçar voos inimagináveis. Os irmãos McDonald’s tiveram a grande ideia de aliar qualidade e velocidade, mas foi Ray Kroc quem difundiu a marca. Só que ele fez isso da pior maneira possível. Sua determinação não considerava a moralidade e ele simplesmente passou por cima dos irmãos. Fome de Poder conta essa história de um jeito envolvente, mas comete um erro grave ao tentar minimizar as atitudes predatórias de Kroc. O carisma de Keaton e o passado difícil do personagem conseguem nos fazer torcer por ele até um certo momento. E aí, quando temos noção da gigantesca passada de perna que ele deu nos irmãos, é praticamente impossível não condená-lo.  Essa é outra grata surpresa dos cinemas em 2017 e já está disponível na Netflix.

Nota: 7,5

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