Crítica | Back in Time (2015)

Cresci vendo e revendo a trilogia De Volta Para o Futuro. Foram tantas às vezes que assisti a dupla Marty McFly e Doutor Brown em ação que sei muitos diálogos de cor. É difícil eu passar mais de dois anos sem revisitar a adorada Hill Valley. Na minha sala de TV tem até um quadrinho do filme com a expressão: great scott!

Como um fã da trilogia e de tudo o que ela representa, confesso que esperava um pouco mais do documentário Back in Time. Talvez fosse pedir demais se considerarmos o baixo orçamento, mas queria ver certos assuntos relacionados aos filmes melhor explorados.

O documentário é dividido em duas partes. Na primeira, temos umas pinceladas sobre a produção e entrevistas com alguns atores e atrizes. Na segunda, vemos como os filmes foram e ainda são importantes para vários fãs. Tem gente dedicando a vida para criar um skate voador, por exemplo.

É sempre curioso ver como um simples filme pode ter tanto impacto na vida de alguém.

Dois momentos me chamaram mais a atenção: Robert Zemeckis afirmando peremptoriamente que não irá fazer uma continuação e as sequências mostrando Eric Stoltz como McFly.

Eric Stoltz é um ator competente, mas ele estava com uma pegada bem diferente do que os produtores desejavam. Talvez se ele tivesse sido mantido no elenco, De Volta Para o Futuro não seria esse ícone cultural que é.

Mesmo passando longe de ser um documentário definitivo sobre a trilogia, Back in Time é uma experiência bem intencionada merecedora de elogios.

Nota: 7

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