Resenha de Filme: Moscou Contra 007 (1963)

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Já assisti a um bom número de filmes de James Bond, mas pouquíssimos deles chegaram a realmente me empolgar. De cabeça, menciono três: Skyfall, Casino Royale (2007) e Moscou Contra 007, nessa ordem de preferência. Dono de um ritmo dinâmico empregado pelo diretor Terence Young, diálogos cheios de presença de espírito e uma atuação inesquecível de Sean Connery, Moscou Contra 007 fez muito sucesso com o público e ganhou o coração dos fãs do agente secreto britânico. Este é o segundo da série e foi o momento em que aspectos característicos da franquia surgiram. Temos aparatos inovadores e perigosos, bond girls e competentes cenas de ação. A perseguição de Bond por um helicóptero talvez seja o ponto alto. Aliás, não tem como ver essa cena e não lembrar de Intriga Internacional de Hitchcock. Mesmo estando longe de ser o meu tipo de filme preferido, não posso deixar de reconhecer suas qualidades, sendo a principal delas a capacidade de nos divertir.

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6 comentários sobre “Resenha de Filme: Moscou Contra 007 (1963)

  1. Eu conheço pouco da fase “antiga” do James Bond, mas, nessa época, acho que o personagem se apoiava muito no charme e na elegância de Bond, bem como na aura de Guerra Fria em que o mundo vivia. Os tempos eram outros e os filmes abordavam bem esse universo polarizado entre Rússia e EUA.

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